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Jornalismo de dados sobre segurança pública no Brasil
O Crime Brasil existe para tornar dados públicos de segurança compreensíveis — sem distorção, sem alarmismo e sem agenda política. Transformamos microdados governamentais brutos em informação verificada, contextualizada e acessível ao cidadão. Toda estatística publicada é rastreável até a fonte primária. Todo erro é corrigido com transparência. O Crime Brasil é independente: não recebe financiamento governamental, partidário nem patrocínio editorial.


Fundado em 2024, o Crime Brasil é uma publicação independente que transforma dados oficiais de segurança pública em informação acessível ao público. Já processamos mais de 15 milhões de registros de ocorrências, cobrindo 2.900+ municípios em nove estados.
Cobrimos nove estados com profundidade variável conforme o que cada secretaria publica: Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas, Acre e Piauí em detalhe de bairro; Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Tocantins em nível municipal. Publicamos páginas detalhadas por cidade e bairro, análises editoriais e dashboards comparativos. Todo conteúdo é gratuito e aberto ao público.
O Crime Brasil não tem financiamento governamental, partidário ou publicitário direto. O projeto é mantido de forma independente.
O Crime Brasil consolida dados de múltiplas fontes oficiais — secretarias estaduais de segurança pública, órgãos federais e institutos de pesquisa. Toda análise indica explicitamente a fonte primária. Algumas fontes alimentam as páginas de cidade e bairro; outras são usadas em análises editoriais específicas e benchmarks.
Todo número publicado passa por um pipeline de verificação automatizado: cada estatística é cruzada contra o arquivo-fonte original antes de ser exibida. Não publicamos dados que não possam ser rastreados até o microdado de origem.
Normalizamos mais de 208 variantes conhecidas de nomes de bairros — incluindo diferenças de acento, abreviações e grafias alternativas — para evitar subcontagem. Por exemplo, "PASSO PEDRAS" e "PASSO DAS PEDRAS" referem-se ao mesmo bairro e são unificados antes de qualquer agregação.
As taxas por 100 mil habitantes usam as populações do Censo 2022 do IBGE. Populações de bairros são estimadas por agregação de setores censitários com base nos limites geográficos oficiais.
Quando uma fonte é parcial — por exemplo, SEJUSP/MG só publica crimes violentos, sem dados de crimes contra o patrimônio — sinalizamos isso claramente no conteúdo para que o leitor entenda os limites de cada comparação.
Israel Lehnen Silva — Editor-em-chefe. Engenheiro de dados e profissional de cibersegurança. Acompanha e processa dados oficiais de criminalidade no Brasil desde 2022 e construiu do zero o pipeline de ingestão do Crime Brasil, que normaliza e verifica arquivos brutos do governo mensalmente. Responsável editorial pelas análises de RS e SC.
Alexandra Diniz — Repórter. Analista de dados em saúde pública na Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul e estudante da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Colabora com o Crime Brasil em apuração e análise editorial. Responsável pela cobertura de SP e MG.
Valdo Stonehart — Analista de Dados. Especialista em estatística aplicada e visualização de séries históricas de criminalidade. Trabalha na normalização de nomes de bairros, alinhamento entre fontes oficiais e benchmarks regionais. Responsável pela cobertura editorial de RJ, AL, AC, PI e TO.
Erros factuais serão corrigidos com nota de correção no próprio conteúdo. Para reportar um erro, use o formulário de problema no site ou envie e-mail para [email protected]. Todas as correções são registradas e publicadas com transparência.
Para pautas, correções, parcerias ou imprensa: [email protected].
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