Criminalidade em Não-Me-Toque: piores bairros e estatísticas
Rio Grande do Sul · Dados oficiais e públicos · Jun 2025 — Mai 2026
Resposta curta: Com 5.705 ocorrências por 100 mil habitantes, Não-Me-Toque tem a 162ª maior taxa entre os 496 municípios de Rio Grande do Sul com população disponível — 17% abaixo da média de Rio Grande do Sul (6.844/100 mil hab.).
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17% ABAIXO5.705 vs6.844(média de Rio Grande do Sul) — ocorrências/100K hab.
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Panorama da segurança em Não-Me-Toque
Não-Me-Toque registrou 1.046 ocorrências criminais em Jun 2025 — Mai 2026, segundo dados oficiais da SSP/RS. Para uma população de 18.335 habitantes, isso corresponde a 5.705 ocorrências por 100 mil habitantes. A taxa fica abaixo da média estadual de Rio Grande do Sul (6.844/100K hab.) — diferença de -17%.
O crime mais registrado em Jun 2025 — Mai 2026 é Estelionato (168 casos, 16% do total). Em segundo lugar, Ameaça com 149 registros; e Lesão Corporal em terceiro, com 69.
A taxa de criminalidade em Não-Me-Toque está abaixo da média estadual, indicando um nível de incidência relativamente menor em comparação com outros municípios de Rio Grande do Sul. Mesmo assim, é importante acompanhar a evolução dos dados ao longo do tempo.
Os dados do Rio Grande do Sul incluem registros individuais com detalhamento de bairro, tipo de crime, data e características das vítimas — um dos maiores níveis de granularidade disponíveis entre os estados brasileiros com dados abertos.
Os números exibidos referem-se a Jun 2025 — Mai 2026. As taxas por 100 mil habitantes são calculadas com base na população do Censo 2022 do IBGE. Para explorar os dados bairro a bairro, confira a lista de bairros abaixo.
Crimes graves em Rio Grande do Sul — evolução anual
Taxa por 100 mil habitantes · 4 anos disponíveis
Crimes graves em Rio Grande do Sul — evolução anual
Rio Grande do Sul
Fonte: Crime Brasil · crimebrasil.com.br
Inclui: Homicídio doloso + latrocínio + lesão corporal seguida de morte + morte por intervenção policial + feminicídio. Outros tipos disponíveis no relatório completo.
Números absolutos no período — contagem total de ocorrências, não normalizada por 100 mil habitantes.
Tipos de crime mais frequentes
Tipo
Ocorrências (total)
Estelionato
168
Ameaça
149
Lesão Corporal
69
Perseguição
51
Lesão Corporal Culposa Direção Veic Automotor
45
Furto Qualificado
34
Permitir,confiar,ou Entreg. Direção a Pessoa S/Habil.art 310
34
Furto Simples
30
Invasão de Dispositivo Informático
30
Outros Crimes
27
Relatório sob medida
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É para isso que serve o relatório: reunimos num só documento tudo o que existe de dado público sobre o lugar — crime, trânsito, saúde, educação, renda e imóveis — cruzado e explicado, no recorte do município ou do bairro que você indicar. Mudando para um novo bairro? Veja além das estatísticas de crime.
O que entra no relatório
✓Crimes.Microdados — tipo, vítima, hora, local — séries 2022–2026.
✓Trânsito.Acidentes em rodovias federais e ruas urbanas.
✓Desenvolvimento humano.IDHM, Gini, expectativa de vida, renda per capita.
✓Saúde.Mortalidade por causa, doenças de notificação compulsória.
✓Imóveis.Preços e volume de transações por bairro.
✓Educação.IDEB, matrículas e desempenho por município.
✓Comparativos.Ranking entre municípios similares e tendências.
Fontes: SSP, ISP, SEJUSP, PRF, IBGE, PNUD, DATASUS, INEP — entre outrasEntrega: imediata — montado na hora, direto da baseSem achismo: dado oficial somenteEmpresa: analisamos também o dado que é seu, agregando e cruzando com o oficial
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Bairros mais perigosos de Não-Me-Toque
Ranking por número de ocorrências no período · 14 bairros com dados
Com 5.705 ocorrências por 100 mil habitantes, Não-Me-Toque tem a 162ª maior taxa entre os 496 municípios de Rio Grande do Sul com população disponível — 17% abaixo da média de Rio Grande do Sul (6.844/100 mil hab.). Para avaliar a segurança real de um endereço específico, veja o índice por bairro abaixo.
Qual o crime mais comum em Não-Me-Toque?
O tipo de crime mais frequente em Não-Me-Toque é Estelionato, com 168 registros em Jun 2025 — Mai 2026, seguido por Ameaça (149).
Quais os bairros mais perigosos de Não-Me-Toque?
Os bairros de Não-Me-Toque estão ranqueados por ocorrências na lista acima. O bairro com maior número absoluto de registros em Jun 2025 — Mai 2026 é Centro, com 434 ocorrências. Clique em qualquer bairro para ver o detalhe completo.
Qual a taxa de criminalidade de Não-Me-Toque?
A taxa atual é de 5.705 ocorrências por 100 mil habitantes, considerando 1.046 ocorrências e uma população estimada de 18.335 habitantes (IBGE Censo 2022). Taxa por 100 mil habitantes é o padrão internacional para comparar regiões.
De onde vêm os dados de criminalidade de Não-Me-Toque?
Todos os números exibidos são dados oficiais, publicados pela SSP/RS. Crime Brasil processa, padroniza e visualiza os microdados mensalmente. Os dados podem ser auditados diretamente nas fontes oficiais.
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Os números publicados no Crime Brasil vêm dos órgãos oficiais de segurança pública de cada estado, obtidos diretamente dos órgãos oficiais de segurança pública de cada estado.
RS — Secretaria da Segurança Pública (SSP/RS), microdados por município e bairro.
SP — Secretaria de Segurança Pública (SSP/SP), microdados de BO 2018-2021 (lote histórico) + portal de transparência 2022+, por município e bairro.
RJ — Instituto de Segurança Pública (ISP/RJ), séries históricas por CISP/município.
MG — Secretaria de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP/MG), crimes violentos por município.
PR, AL, AC, PI, SE, AM, TO, RR, MA — Secretarias de Segurança Pública estaduais (SSP), microdados por município e bairro.
SC, RO, RN, MT, BA — Secretarias estaduais (SSP), agregados por município.
Demais UFs — SINESP (Ministério da Justiça), consolidado nacional por município.
População — IBGE Censo Demográfico 2022 (setor censitário agregado ao bairro).
Desenvolvimento humano — Atlas do Desenvolvimento Humano / PNUD.
Taxas são calculadas em ocorrências por 100 mil habitantes, padrão internacional que permite comparar regiões de tamanhos diferentes.
Última atualização dos dados: mensal, conforme cronograma de publicação de cada SSP. Todos os dados usados aqui são públicos e podem ser auditados diretamente nas fontes.